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Conversamos com os parceiros da Lunes durante a BlockCrypto Brasil

Conversamos com os parceiros da Lunes durante a BlockCrypto Brasil

Uma carteira virtual onde você pode pagar boletos e recarregar os créditos de seu celular. Essas são algumas das novidades na carteira da Lunes, empresa que utiliza o potencial gigantesco do blockchain para oferecer uma gama de soluções para todos os tipos de usuários, dos iniciantes aos investidores mais experientes. Conversamos com Lucas Cardeal, CEO da Lunes, durante a BlockCrypto Brasil, um dos maiores eventos da área, que está sendo realizado em São Paulo. Veja como foi!


OMNESCOIN: Hoje muitas startups estão focando nesse mercado de criptomoedas. Qual o diferencial da Lunes em relação às outras empresas?

LUCAS: Buscamos criar uma plataforma onde as pessoas possam entrar no ambiente de criptomoedas sem dores. Sem ter que ficar enviando pra exchange, sem ficar trocando de carteira pra ter uma moeda ou outra. Nosso objetivo é transformar uma plataforma com o mesmo conceito de internet banking, só que de forma descentralizada. As pessoas têm a liberdade de usar seus ativos da forma que quiserem, sem cobrança de taxas abusivas. Nosso cerne é facilitar a vida do usuário, todo produto nosso é desenhado pra ele. Desenvolvemos uma experiência. 


OMNESCOIN: A carteira Lunes já está funcionando e um dos pontos que chama a atenção é o fato de aceitar várias moedas.  O que mais o usuário pode encontrar na Wallet?

LUCAS: Temos o serviço de pagamento de boleto, recarga de celular e TED, com um processo de transição muito rápido, apenas alguns segundos para realizar a transação. O usuário guarda seus ativos com toda segurança, tendo acesso total à sua chave, usufruindo de tudo o que o internet banking faz, como extrato e histórico de transações, dentro do universo de criptomoeda. Isso traz dinamismo, velocidade no processo e, a longo prazo, tende a reduzir ainda mais os custos. Hoje temos o CriptoPDV, onde redes de farmácias e supermercados podem vender criptomoedas no balcão, igual recarga de celular. A intenção da nossa carteira é ser uma plataforma social de pagamento. Então, a pessoa comprou o bitcoin no supermercado e vai lá e resgata na carteira.


OMNESCOIN: Vocês utilizam uma tecnologia de mineração diferente do bitcoin. Como funciona o Proof-of-Stake?

LUCAS: Nosso processo de mineração é o LPoS (Leased Proof-of-Stake), que não consome tanta energia quanto à rede do bitcoin (precisa de muita máauina pra minerar) e recompensa o usuário que mantém suas moedas na Wallet. Hoje você consegue subir um node (nó) de Lunes com 5 dólares. Não precisa nem ter muito dinheiro pra minerar hoje em dia. Temos o mínimo de 5 mil Lunes em um node para conseguir minerar, mas esse valor pode ser ˜colocado” por qualquer usuário da rede nesse node, como uma espécie de pool. É importante ressaltar que o dinheiro continua travado na carteira do usuário e ele pode usar a qualquer momento. Ele só vai emprestar pro node o poder de fechar o bloco.


OMNESCOIN: Como está hoje a escalabilidade da Lunes?

LUCAS: Usamos a plataforma NG, onde temos 60 mil transações por minuto. O processo de validação da transação é praticamente instantâneo, mas já começamos a fazer alterações pra deixar a escalabilidade ainda mais robusta.


OMNESCOIN: Uma das principais possibilidades da blockchain é ser um "cartório digital”, poupando muito dinheiro dos usuários. Como isso pode funcionar na prática?

LUCAS: É um serviço que oferecemos com o objetivo de baratear o processo de autenticidade. Temos uma identidade digital do usuário dentro do Lunes Truth, onde ele vai ter essa identidade dentro da blockchain, vai poder criar contratos inteligentes, fazer logins em plataformas. O diferencial é que o nosso blockchain está sendo construído para o processo de registro também. Ele é bem escalável.


Para saber mais sobre a Lunes, acesse www.lunes.io



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